Diário de viagem - Reino Unido - 2014/2015 - parte 3
- Dia 31 de dezembro de 2014
Saímos de Peterborough por volta das 8:00 da manhã. Chegando em Londres, passamos na casa de um casal de amigos do Du e da Vivi, onde eles ficariam hospedados com as crianças. De lá fomos para a estação de metrô, com aquele monte de malas, e seguimos direto para o hotel.
Em Londres, os tickets do metrô podem ser comprados nos guichês ou nas máquinas disponíveis em todas as estações, e podem ser pagos com cartão de crédito. Há vários tipos de tickets. Como iríamos ficar apenas dois dias, a melhor opção foi o travelcard de um dia. Esse ticket custava 8,40 libras, com direito a viagens ilimitadas durante um dia inteiro entre as zonas 1 e 2.
Para facilitar a locomoção pela cidade, baixei o aplicativo "London Transport" que traz o mapa do metrô de Londres. Ajudou bastante! Bem melhor do que andar com mapas impressos.
Chegamos ao hotel por volta das 16:00. Ficamos hospedados no Comfort Inn Kings Cross, localizado a menos de 300 metros da estação King Cross St. Pancras. Como já disse no post "Planejando nossa primeira viagem para a Europa", fizemos a reserva pelo site Decolar.com. Como o Eduardo estava com a gente, ele nos auxiliou com o check in, e também a carregar as malas para o quarto. Optamos por um quarto triplo (eu, o Marcelo e minha cunhada) para não ficar muito caro, pois na virada do ano os hotéis são bem caros. A única coisa ruim do hotel era que, para chegar até o quarto, tinha que descer um lance de escada muito estreita. Isso foi ruim para levar as malas. De resto estava tudo perfeito: quarto super aconchegante, camas confortáveis, ducha com jato forte, wifi grátis e com ótima conexão, e um bom café da manhã. Excelente custo benefício!
Para não perdermos muito tempo, apenas deixamos as malas no quarto e saímos. Queria muito ter ido ao British Museum, mas já eram 16:30 e o museu fechava às 17:00, então não daria mais tempo. Como não tínhamos almoçado até aquela hora, passamos no Subway, na esquina do hotel, para comermos um lanche, e depois pegamos um ônibus e fomos para a Avenida Oxford.
Caminhamos um pouco, entramos em algumas lojas e conhecemos a loja da Disney. Imagine entrar numa loja dessas com duas crianças pequenas....
Retornamos logo para o hotel para descansarmos um pouco, e nos preparar para a virada do ano. O Du e a Vivi não foram com a gente porque poderia ser perigoso levar o Gustavo e o Mateus para um local tumultuado de gente.
Por volta das 21:00 já estávamos prontos. Iríamos assistir à queima de fogos do alto do Primrose Hill, um morro de 78 metros de altura localizado na parte norte do Regent's Park, já que, infelizmente, não conseguimos comprar os ingressos para assistir de perto.
A queima de fogos ocorre na London Eye, a roda-gigante de 135 metros que se ilumina e lança fogos por todas as cabines. Desde seu primeiro ano, o número de pessoas que compareciam ao evento vinha crescendo e causando preocupação em relação à segurança e ao “caos” nos transportes públicos. Eram cerca de 500 mil pessoas presentes todos os anos! Visando diminuir este número, Boris Johnson, o prefeito de Londres, resolveu fechar a área ao redor da London Eye e cobrar ingressos para a queima de fogos, limitando o número de pessoas no local.
Sem ingressos, nossa opção era o Primrose Hill. Como ainda era cedo, resolvemos ir a pé para conhecer a região. Chegamos ao parque antes das 22:00. Escolhemos um local bem no alto, com vista para a London Eye, para aguardar a meia-noite. Até que dava pra ver bem, apesar da distância, e com a vantagem de ser um ambiente bem tranquilo, diferente do que imagino ser lá perto da London Eye. Difícil mesmo foi esperar mais de duas horas com aquele vento congelante! Mas no fim, valeu a pena! Foi emocionante estarmos ali em Londres, no alto daquele morro, assistindo àquela espetacular queima de fotos!!
Após 15 minutos de fogos, veio o silêncio, e, em seguida, todos começaram a descer o morro. Diante da multidão, pensei que seria aquele empurra-empurra, mas não. Saíram todos devagar, sem pressa, e, aos poucos, a multidão foi se desfazendo. Seguimos com um grupo para a estação do metrô. Depois das 23h45, o transporte público em Londres é gratuito até por volta das 4h30 do primeiro dia do ano. Foi tudo super tranquilo e logo estávamos no hotel.
Fim do dia, e fim de mais um ano! Um ano que, para nós (eu e o Marcelo), foi marcado por mudanças, comemorações e realizações! Que 2015 seja tão abençoado como foi 2014!
Eu estava encantada com o Big Ben e o Palácio. São Belíssimos! Mas infelizmente mal conseguíamos andar pela região, pois havia muita gente no local.
Londres festeja o dia do ano novo com uma parada, a London’s New Year’s Day Parade, que começa em Piccadilly ao meio-dia e termina por volta das 15h30 na Praça do Parlamento.
Naquele momento não tínhamos idéia de que horas iria terminar aquele desfile, então, depois de tirarmos algumas fotos do Big Ben e da London Eye, resolvemos comer alguma coisa antes de continuarmos nosso tour. Para sairmos da multidão, fomos para o lado que havia menos gente, só que também não havia restaurantes, apenas algumas lanchonetes, então optamos por comer um lanche no Subway, próximo à estação Embankment. Depois retornamos para continuarmos nosso tour central a partir do Big Ben.
A London's New Year's Day Parade ainda não tinha terminado, então, com dificuldade, conseguimos cruzar a multidão concentrada em frente à estação Westminster, e avistar a Praça do Parlamento e as torres da Abadia de Westminster (Igreja do Colegiado de São Pedro em Westminster).
A Abadia de Westminster é uma grande igreja em estilo gótico, considerada a igreja mais importante de Londres e, algumas vezes, de toda a Inglaterra. É famosa mundialmente por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido.
Seguimos em sua direção, contornando o belíssimo Palácio de Westminster. Já estávamos próximos à Abadia quando minha cunhada se deu conta de que havia perdido seu cartão de crédito e habilitação. Tirei algumas fotos rapidamente da igreja e retornamos pelo mesmo caminho que fizemos desde que saímos do Subway na tentativa de encontrarmos os documentos, mas nada. Então voltamos para encontrar o Eduardo, a Viviane e as crianças que haviam acabado de chegar ao centro da cidade e nos esperavam na entrada da estação Westminster. Fizemos os procedimentos necessários para bloquear o cartão de crédito perdido, e seguimos.
Dali fomos para o St. James's Park.
St. James's Park é o mais antigo dos parques Reais de Londres, com cerca de 23 hectares, e fica próximo ao Palácio de Buckingham.
Logo no início do parque, próximo ao lago, vimos um pequeno esquilo brincando. Se aproximava da cerca em busca de comida oferecida pelos turistas, e afastava-se rapidamente. Repetiu esse vai e vem várias vezes, mas não consegui fotografá-lo, pois o bichinho era muito rápido.
Atravessamos a ponte que fica no meio do lago, de onde podíamos avistar, de um lado, o Palácio de Buckingham, e de outro, a London Eye já um pouco distante. Seguimos em direção ao Palácio.
O Palácio de Buckingham é a residência oficial e principal local de trabalho do Monarca do Reino Unido em Londres. Localizado em Westminster, o palácio é frequentemente o centro de ocasiões de estado e hospitalidade real. Em frente ao Palácio de Buckingham também acontece a mais famosa cerimônia da Troca da Guarda de Londres, a qual infelizmente não tivemos o privilégio de assistir.
Quase 16:00 e a cidade já escurecia. Tiramos algumas fotos do Palácio e seguimos até a Galeria Nacional de Londres, passando pelo Admiralty Arch (Arco do Almirantado).
A National Gallery (Galeria Nacional), fundada em 1824, é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo. Localiza-se na Trafalgar Square, no centro de Londres, e abriga uma preciosa coleção de mais de 2.300 pinturas, que datam desde a metade do século XIII até o início do século XX. É um museu público e as visitas ao acervo permanente são gratuitas.
Como nosso passeio por Londres foi de apenas um dia, não foi possível conhecer nenhum museu. Em frente à Galeria Nacional, paramos para comer e tomar um capuccino no Cafè Nero. Dali seguimos para o Piccadilly Circus.
Piccadilly Circus é uma famosa praça de Londres onde se cruzam as seguintes ruas: Regent's Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly (a rua que liga Piccadilly Circus ao Hyde Park) e Haymarket. É uma das zonas mais movimentadas da capital britânica, com muitos restaurantes, peças teatrais e musicais, e famosa pelos outdoors localizados em um prédio de esquina. Neles, os anúncios da TDK, SANYO, MC DONALDS, COCA COLA e SAMSUNG já batem ponto há décadas.
Entramos na loja da M&M, atraídos pelo colorido da decoração, mas saímos logo porque a loja estava lotada.
Nas ruas havia muito gente também, uma multidão impressionante! Desistimos de andar por ali, pois estava impossível.
Pegamos um metrô na estação Piccadilly Circus e retornamos para o Big Ben, pois eu queria tirar umas fotos noturnas.
Depois cruzamos o rio Tâmisa e seguimos para a London Eye.
A London Eye, também conhecida como Millennium Wheel (Roda do Milênio), é uma roda-gigante de observação. Foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados de Londres. Desde 2006, a roda gigande deixou de ser a maior do mundo, após a inauguração da Estrela de Nanchang, localizada na cidade de Nanchang, China. Atualmente, a maior roda gigante do mundo é a High Roller, localizada em Las Vegas, USA.
Como não havia mais ingressos disponíveis para darmos uma volta na famosa roda gigante, tivemos que deixar mais esse passeio para uma próxima viagem, mas trouxemos na memória a belíssima imagem da London Eye ao fundo do Jubilee Gardens com suas árvores iluminadas pelas luzes de natal.
Cansados, pegamos um metrô na estação Waterloo. Algumas estações à frente tivemos que nos despedir do Eduardo, da Viviane e das crianças, pois nós seguiríamos para o hotel e eles para outro lado, e no dia seguinte eles retornariam para Peterborough e nós iríamos para Paris. Despedida é sempre triste. Eles seguiram primeiro e nós ficamos ali, sentados os três num banco da estação, enxugando as lágrimas que insistiam em cair.
Mas, apesar da despedida, do frio intenso, e da multidão, foi um dia e tanto!
Ah, o trem também possui lanchonete, e, durante a viagem, aproveitamos para comer um lanche.
A viagem continua em Paris... veja nos próximos posts.
Fonte:
Wikipédia
Caminhamos um pouco, entramos em algumas lojas e conhecemos a loja da Disney. Imagine entrar numa loja dessas com duas crianças pequenas....
Retornamos logo para o hotel para descansarmos um pouco, e nos preparar para a virada do ano. O Du e a Vivi não foram com a gente porque poderia ser perigoso levar o Gustavo e o Mateus para um local tumultuado de gente.
Por volta das 21:00 já estávamos prontos. Iríamos assistir à queima de fogos do alto do Primrose Hill, um morro de 78 metros de altura localizado na parte norte do Regent's Park, já que, infelizmente, não conseguimos comprar os ingressos para assistir de perto.
A queima de fogos ocorre na London Eye, a roda-gigante de 135 metros que se ilumina e lança fogos por todas as cabines. Desde seu primeiro ano, o número de pessoas que compareciam ao evento vinha crescendo e causando preocupação em relação à segurança e ao “caos” nos transportes públicos. Eram cerca de 500 mil pessoas presentes todos os anos! Visando diminuir este número, Boris Johnson, o prefeito de Londres, resolveu fechar a área ao redor da London Eye e cobrar ingressos para a queima de fogos, limitando o número de pessoas no local.
Sem ingressos, nossa opção era o Primrose Hill. Como ainda era cedo, resolvemos ir a pé para conhecer a região. Chegamos ao parque antes das 22:00. Escolhemos um local bem no alto, com vista para a London Eye, para aguardar a meia-noite. Até que dava pra ver bem, apesar da distância, e com a vantagem de ser um ambiente bem tranquilo, diferente do que imagino ser lá perto da London Eye. Difícil mesmo foi esperar mais de duas horas com aquele vento congelante! Mas no fim, valeu a pena! Foi emocionante estarmos ali em Londres, no alto daquele morro, assistindo àquela espetacular queima de fotos!!
Após 15 minutos de fogos, veio o silêncio, e, em seguida, todos começaram a descer o morro. Diante da multidão, pensei que seria aquele empurra-empurra, mas não. Saíram todos devagar, sem pressa, e, aos poucos, a multidão foi se desfazendo. Seguimos com um grupo para a estação do metrô. Depois das 23h45, o transporte público em Londres é gratuito até por volta das 4h30 do primeiro dia do ano. Foi tudo super tranquilo e logo estávamos no hotel.
Fim do dia, e fim de mais um ano! Um ano que, para nós (eu e o Marcelo), foi marcado por mudanças, comemorações e realizações! Que 2015 seja tão abençoado como foi 2014!
- Dia 01 de janeiro de 2015
Primeiro
dia do ano! Acordamos tarde e quase perdemos o café da manhã do hotel,
que era servido até às 9:30. Compramos mais um ticket do metrô válido
por um dia, e seguimos para o centro da cidade. Descemos na Estação
London Bridge e, cruzando o rio Tâmisa, já podíamos ver mais a frente a
Tower Bridge.
Seguimos pela margem esquerda do rio e passamos pela Torre de Londres
- Her Majesty's Royal Palace and Fortress The Tower of London (O
Palácio Real e Fortaleza de Sua Majestade A Torre de Londres), um
monumento histórico cuja construção foi iniciada em 1078
por Guilherme, o Conquistador. Sua função era residencial até meados do
século XVII e, até hoje, possui o papel de abrigar os monarcas que são
coroados. Mas a sua função variou com o passar dos séculos, desde
palácio para "Sede da Casa da Moeda" a "Mostra dos Animais do Reino". Também
serviu como local de execução e tortura. É também na Torre de Londres que as Joias da Coroa Britânica
ficam guardadas em uma câmara subterrânea. Menos valiosa mas igualmente
curiosa é a colônia de corvos que habita a Torre e é protegida por
decreto real. Segundo a lenda, o império ruirá no dia em que as aves
pretas deixarem o lugar.
Em seguida atravessamos a Tower Bridge
(Ponte da Torre), uma ponte-báscula construída sobre o rio Tâmisa,
inaugurada em 1894 e que, atualmente, é um dos pontos turísticos mais
visitados da cidade,
além de ser conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo. Possuiu
duas torres de 65 metros de altura, com traços góticos, e uma passarela
entre elas, de onde é possível apreciar a vista da cidade. Suas
básculas não mais dependem das máquinas a vapor, pois um moderno sistema
eletrônico é responsável por essa tarefa. Contudo, o antigo mecanismo
ainda pode ser visto, na antiga sala de máquinas da ponte.
Optamos
por não subir até a passarela que liga as duas torres da ponte,
primeiro porque tínhamos pouco tempo, e segundo porque estava nublado e
não valeria muito a pena. Então continuamos nosso passeio rumo ao Big
Ben. A estação mais próxima da Tower Bridge é a Tower Hill. Descemos na
estação Westminster e, ao sairmos, demos de cara com o Big Ben e o
Palácio de Westminster!
O Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, está situado às margens do rio Tâmisa
e foi a principal residência dos monarcas ingleses no final do período
medieval. Hoje, abriga as duas Câmaras do Parlamento do Reino Unido: a
Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns. O Palácio de Westminster, com
arquitetura no estilo gótico, possui diversas torres. A mais alta é a
Torre Vitória, com os seus 98 metros de altura, uma torre quadrada no
extremo sudoeste do Palácio. Sobre o meio do Palácio ergue-se a Torre de
Santo Estevão, também chamada de Torre Central, com 91 metros de
altura. No extremo noroeste do Palácio fica a mais famosa das suas
torres, a Torre do Relógio, popularmente conhecida como Big Ben, com 96
metros de altura.
Big Ben
é o nome de um sino instalado na Torre do Relógio do Palácio de
Westminster. A Torre do Relógio alberga um grande relógio conhecido como
o "Grande Relógio de Westminster" (Great Clock of Westminster).
Em cada um dos quatro lados da torre fica uma face do grande relógio. A
torre também contém cinco sinos, os quais constituem um carrilhão que emite uma melodia, conhecida como "Westminster Chimes", a cada quarto de hora. O maior e mais famoso dos sinos é o Big Ben (oficialmente, o Grande Sino de Westminster), o qual toca a cada hora. Apesar de o termo "Big Ben"
propriamente se referir apenas ao sino, é normalmente aplicado
coloquialmente a todo o conjunto da Torre.
Eu estava encantada com o Big Ben e o Palácio. São Belíssimos! Mas infelizmente mal conseguíamos andar pela região, pois havia muita gente no local.
Londres festeja o dia do ano novo com uma parada, a London’s New Year’s Day Parade, que começa em Piccadilly ao meio-dia e termina por volta das 15h30 na Praça do Parlamento.
Naquele momento não tínhamos idéia de que horas iria terminar aquele desfile, então, depois de tirarmos algumas fotos do Big Ben e da London Eye, resolvemos comer alguma coisa antes de continuarmos nosso tour. Para sairmos da multidão, fomos para o lado que havia menos gente, só que também não havia restaurantes, apenas algumas lanchonetes, então optamos por comer um lanche no Subway, próximo à estação Embankment. Depois retornamos para continuarmos nosso tour central a partir do Big Ben.
A London's New Year's Day Parade ainda não tinha terminado, então, com dificuldade, conseguimos cruzar a multidão concentrada em frente à estação Westminster, e avistar a Praça do Parlamento e as torres da Abadia de Westminster (Igreja do Colegiado de São Pedro em Westminster).
A Abadia de Westminster é uma grande igreja em estilo gótico, considerada a igreja mais importante de Londres e, algumas vezes, de toda a Inglaterra. É famosa mundialmente por ser o local de coroação do Monarca do Reino Unido.
Seguimos em sua direção, contornando o belíssimo Palácio de Westminster. Já estávamos próximos à Abadia quando minha cunhada se deu conta de que havia perdido seu cartão de crédito e habilitação. Tirei algumas fotos rapidamente da igreja e retornamos pelo mesmo caminho que fizemos desde que saímos do Subway na tentativa de encontrarmos os documentos, mas nada. Então voltamos para encontrar o Eduardo, a Viviane e as crianças que haviam acabado de chegar ao centro da cidade e nos esperavam na entrada da estação Westminster. Fizemos os procedimentos necessários para bloquear o cartão de crédito perdido, e seguimos.
Dali fomos para o St. James's Park.
St. James's Park é o mais antigo dos parques Reais de Londres, com cerca de 23 hectares, e fica próximo ao Palácio de Buckingham.
Logo no início do parque, próximo ao lago, vimos um pequeno esquilo brincando. Se aproximava da cerca em busca de comida oferecida pelos turistas, e afastava-se rapidamente. Repetiu esse vai e vem várias vezes, mas não consegui fotografá-lo, pois o bichinho era muito rápido.
Atravessamos a ponte que fica no meio do lago, de onde podíamos avistar, de um lado, o Palácio de Buckingham, e de outro, a London Eye já um pouco distante. Seguimos em direção ao Palácio.
O Palácio de Buckingham é a residência oficial e principal local de trabalho do Monarca do Reino Unido em Londres. Localizado em Westminster, o palácio é frequentemente o centro de ocasiões de estado e hospitalidade real. Em frente ao Palácio de Buckingham também acontece a mais famosa cerimônia da Troca da Guarda de Londres, a qual infelizmente não tivemos o privilégio de assistir.
Quase 16:00 e a cidade já escurecia. Tiramos algumas fotos do Palácio e seguimos até a Galeria Nacional de Londres, passando pelo Admiralty Arch (Arco do Almirantado).
A National Gallery (Galeria Nacional), fundada em 1824, é um dos mais importantes museus da Europa e um dos mais conhecidos do mundo. Localiza-se na Trafalgar Square, no centro de Londres, e abriga uma preciosa coleção de mais de 2.300 pinturas, que datam desde a metade do século XIII até o início do século XX. É um museu público e as visitas ao acervo permanente são gratuitas.
Como nosso passeio por Londres foi de apenas um dia, não foi possível conhecer nenhum museu. Em frente à Galeria Nacional, paramos para comer e tomar um capuccino no Cafè Nero. Dali seguimos para o Piccadilly Circus.
Piccadilly Circus é uma famosa praça de Londres onde se cruzam as seguintes ruas: Regent's Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly (a rua que liga Piccadilly Circus ao Hyde Park) e Haymarket. É uma das zonas mais movimentadas da capital britânica, com muitos restaurantes, peças teatrais e musicais, e famosa pelos outdoors localizados em um prédio de esquina. Neles, os anúncios da TDK, SANYO, MC DONALDS, COCA COLA e SAMSUNG já batem ponto há décadas.
Entramos na loja da M&M, atraídos pelo colorido da decoração, mas saímos logo porque a loja estava lotada.
Nas ruas havia muito gente também, uma multidão impressionante! Desistimos de andar por ali, pois estava impossível.
Pegamos um metrô na estação Piccadilly Circus e retornamos para o Big Ben, pois eu queria tirar umas fotos noturnas.
Depois cruzamos o rio Tâmisa e seguimos para a London Eye.
A London Eye, também conhecida como Millennium Wheel (Roda do Milênio), é uma roda-gigante de observação. Foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados de Londres. Desde 2006, a roda gigande deixou de ser a maior do mundo, após a inauguração da Estrela de Nanchang, localizada na cidade de Nanchang, China. Atualmente, a maior roda gigante do mundo é a High Roller, localizada em Las Vegas, USA.
Como não havia mais ingressos disponíveis para darmos uma volta na famosa roda gigante, tivemos que deixar mais esse passeio para uma próxima viagem, mas trouxemos na memória a belíssima imagem da London Eye ao fundo do Jubilee Gardens com suas árvores iluminadas pelas luzes de natal.
Cansados, pegamos um metrô na estação Waterloo. Algumas estações à frente tivemos que nos despedir do Eduardo, da Viviane e das crianças, pois nós seguiríamos para o hotel e eles para outro lado, e no dia seguinte eles retornariam para Peterborough e nós iríamos para Paris. Despedida é sempre triste. Eles seguiram primeiro e nós ficamos ali, sentados os três num banco da estação, enxugando as lágrimas que insistiam em cair.
Mas, apesar da despedida, do frio intenso, e da multidão, foi um dia e tanto!
- Dia 02 de janeiro de 2015
Acordamos
ansiosos, pois logo mais estaríamos em Paris! Tomamos nosso café da
manhã, fizemos o checkout no hotel e seguimos para a estação St. Pancras
Internacional.
A estação London St Pancras International é uma das estações de trem
mais modernas do Reino Unido, e é de lá que partem os trens do Eurostar para Paris.
Desde que o Eurostar começou
a operar em 1994, não há forma melhor para ir de Londres a Paris do que
neste trem rápido, que atualmente vai da estação St. Pancras à estação
Gare du Nord em 2 horas e 15 minutos, atravessando o canal da Mancha pelo Eurotúnel. Fantástico!
As passagens havíamos comprado pelo site da Eurostar,
cujos bilhetes foram impressos em casa. O check-in é super tranquilo. O
código de barras impresso no bilhete abre a catraca de acesso à sala de
embarque, semelhante à do metrô, que é o check-in do Eurostar. Foi só
passar o código de barras na leitora. Check-in feito.
Após
o check-in, você passa pelo Raio X e em seguida pela imigração. Indo de
Londres a Paris, a imigração é feita logo em Londres. Chegando em
Paris, é só desembarcar e sair da estação, sem burocracias. Da mesma
forma, de Paris para Londres é na estação Gare du Nord que é feita a
imigração para entrada no Reino Unido.
Aproximadamente 15 minutos antes da hora da partida, é feito o anúncio do
embarque. Como a sala de embarque fica embaixo das plataformas você
sobe por meio de esteiras rolantes, diretamente para a plataforma em que
o trem está estacionado.
As malas te acompanham no trem. Nas extremidades dos vagões há lugares especiais para malas grandes ou, para quem viaja light, a bagagem pode ser acomodada no guarda-volumes em cima das poltronas, ou próximas a você, se o trem não estiver cheio.
A viagem continua em Paris... veja nos próximos posts.
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